terça-feira, 5 de abril de 2011

Sendo FELIZ...

Sabe nesses últimos meses eu venho tentando colocar em pratica tudo o que eu prometi na virada do ano. Uma dessas promessas foi me amar mais e tenho feito isso muito bem, tenho saído muito, conhecido muita gente interessante, estou freqüentando outros lugares dos quais nunca me imaginei neles e tenho até gostado...(rsrs) Estou fazendo tudo direitinho, vou começar a minha faculdade no meio do ano, estou com um projeto de um loja.. Depois de tudo eu penso em ter alguém.. Deixo o meu xêrö.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

AMOR-PRÓPRIO!

Acordei com uma saudade enorme dele, peguei o meu celular para enviar um torpedo quando estava procurando o numero dele em minha agente, eu ouvi um voz dentro de mim que dizia:

- O que você está fazendo ? para que você vai mandar esse torpedo? você sabe que ele já está em outra e não adianta você bancar o ex chato,você é melhor que isso, agora deletei o torpedo e volte para cama dormir , pois está chovendo e isso é tempo é ótimo para dormir.

Então deletei o torpedo e me deitei e dormi até 12:30 sem aquela maldita saudade, mas outro sentimento abrigava dentro de mim algo que me fez sorrir sem motivo e me sentir lindo mesmo estando com a cara amassada e os cabelos assanhados esse sentimento se chama : AMOR-PRÓPRIO!

domingo, 2 de janeiro de 2011

2011

-Comecei o meu ano literalmente com o pé direito, alguns segundos para 00:00 fiquei só com o pé direito e pulei sete ondas para dar sorte, joguei coisas no mar para Iemanjá,fiz minhas promessas para um ano bem lindo e uma delas é sorrir mais e perdoar todas as pessoas que por um momento me fizeram algum tipo de coisa ruim, tudo agora são águas passadas o que eu realmente quero é ficar bem comigo mesmo e com o mundo.

Desejo a todos bons ventos nesse ano de 2011

Um xêrö

sábado, 11 de dezembro de 2010

Porta-Retrato - Caio F.

Tinha secado: esse era talvez o ponto. Não a palavra exata, que já não tinha essas pretensões, mas a mais próxima. Sabia pouco a respeito de árvores, ou sabia de um jeito não-científico, desses de tocar, cheirar e ver, mas imaginava que o processo interno de ressecamento começasse bem antes da morte aparecer no verde brilhante das folhas, na polpa dos frutos ou na casca do tronco. Não era evidente nem externo ou explícito o que padecia. E padecia? perguntava-se detalhando os traços com as pontas dos dedos, nada que revelasse na umidade da boca ou num contorno de nariz — uma dor? Não era assim. Gostaria de voltar atrás, com sentimentos curtos e claros feito frases sem orações intercaladas, iluminar aos poucos, um mineiro, uma lanterna, o poço fundo, uma linguagem? A unha batia contra o dente. Contatos assim: uma coisa definida chocando-secom outra definida também. E não só contatos, emoções, linguagens. Quase analfabeto de si mesmo, sem vocabulário suficiente para explicar-se sequer a um espelho. Não queria assim, esses turvos. Não queria assim, esses vagos. Sem nenhum humor. Sem nada que pulsasse mais forte que o frio cuidado com que desordenava-se, um gole disciplinado de vodca quando alguma corda do violino rebentava em plena sinfonia e, no meio do palco, impossível deter o acorde. Unicamente imagens assim lhe ocorriam, essa coisa das árvores, das gramáticas, das minas, dos concertos. Elegantemente, sempre. As luvas brancas, as longas pinças esterilizadas com que tocava sem tocar o todo, o tudo e o si. Um vício que lhe vinha quem sabe da mania de ouvir música erudita, mesmo enquanto apenas vivia, antes os fones nos ouvidos que os gritos na vizinhança. E por mais que afetasse um ar de quem lentamente cruza as pernas em público, puxando com cuidado as calças para que não amarrotassem, saberia sempre de sua própria farsa. Tão consciente- mente falsa que sua inverdade era o que de mais real havia, e isso nem sequer era apenas um jogo de palavras.A grande mentira que ele era, era verdade. Ou: a mentira nele nunca fora fraude, mas essência. Seu segredo mais fundo e mais raso, daí quem sabe a surpresa branca de quando ouvira um quase-amigo dizer que não passava de uma personagem. Prometera-se sentimentos sem intercalados, mas sentia agora uma necessidade de explicar ao ninguém que superlotava sua constante platéia, com ele sempre fora assim: quase-amigos, nada de intimidades. Mas voltando atrás no ir adiante: uma surpresa quê. Não, não uma surpresa quê. Uma não-surpresa surpreendida, pois como e porque se fizera visível e dizível naquele momento o que nem sequer alguma vez escondera? Perdia-se, não eram teias. Nem labirintos. Fazia questão de esclarecer que sua maneira torcida não se tratava de estilo, mas uma profunda dificuldade de expressão. Por esse lado, quem sabe? As emoções e os pensamentos e as sensações e as memórias e tudo isso enfim que se contorce no mais de-dentro de uma pessoa — tinham ângulos? Havia lados mais como direi? Fragmentava-se: era os pedaços descosturados de uma colcha de retalhos. Pedia atenção aqui, por favor, mais por gestos, entonações ou simplesmente clima, e regirava: era os retalhos, um por um, não a colcha, ele. Desde o xadrez vermelho ao cetim roxo sem estampa, e assim por diante, todos. Quase parava de aborrecer-se então, como quem troca súbito uma peça para violino e cravo por um atabaque de candomblé. O leve tédio suspenso como poeira espanada logo voltava a desabar. O bocejo era a compreensão mais amarga que conseguia de si mesmo. E posto isso, cabia a seguir qualquer atitude desesperada como casar, tentar o suicídio, fazer psicoterapia ou um concurso para o Banco do Brasil.Localizava-se, mais fácil assim, dando nome às coisas. Um entusiasmo tênue como o gosto de uma alface. Isso, estar, ser. Uma vontade de interromper- se aqui, paladar estragado pelo excesso de cigarros tentando inutilmente dar um nome ao gosto que fugia entre os dentes. Em algum quarto, há muito não sabia de línguas no seu corpo, ou tão sabidas tinham se tornado que. Vacilava entre a certeza quase absoluta de estar alcançando qualquer coisa próxima de uma sabedoria inabalável, alta como um minarete, gelada como um iceberg — melhor assim: uma montanha de compreensão sem dor de todas as coisas. Ou, talvez o ponto, nem icebergs, nem minaretes — mas árvore. Inventava com os olhos no ar vazio à sua frente um verde copado de sumarentos frutos, como se diria num outro tempo, se é que alguma vez se disse, dizia sim, dizia agora, desavergonhado e frio. Verde copado de sumarentos frutos. Folhagem de seda lustrosa. Tronco pétreo ancestral. O seco invisível como verme instalado no de-dentro. Impressentível, sob a casca, caminhando lento, questão de tempo, apenas, e semente contendo o galho crispado, mão de bruxa, roendo. Tinha dois olhos duros. Dois olhos grandes de quem vê muito, e não acha nada. Tinha secado, era certamente esse o ponto. Nunca a palavra exata, esclarecera de início. Já não tinha mais essas pretensões.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Cartas para Julieta

Ontem eu assisti o filme Cartas para Julieta e simplesmente adorei! Fazia tempo que eu não assistia um filme para me arrancar sorrisos e lagrimas de felicidade. Depois que o filme acabo eu fiquei pensando em uma pessoa que eu deixei em meu passado por medo de tentar algo novo, se eu tivesse perguntado para alguém ou tivesse escrevido para "Julieta" assim como a personagem do filme , mas eu preferi guardar para mim e acabei ficando sozinho com essa duvida horrível que muitas vezes já me tirou o sono. mas será que o amor não tem prazo de validade e que vai passar 50 anos e eu vou continuar perdendo o meu sono algumas vezes por conta disso? Naquela época eu tinha meus 15,16 anos eu era um menino ainda. Hoje vou fazer 21 e acho que não mudou muita coisa, sou ainda o grande sonhador e apaixonado que não se cansa de falar que o amor é lindo e é preciso insisti e não desisti assim como eu fiz no passado. Mas hoje em dia essa pessoa ta muito feliz e é isso que importa.

O estepe

Esses dias eu estive pensando no meu circulo social , é incrível como eu tenho "amigos" (veja bem está entre aspas) que só me procuram quando estão com problemas na família,com o namorado(A) ou simplesmente está sozinho... Cara eu odeio pessoas assim! Só lembra dos "amigos" quando perdem tudo, ai ficam chamando para sair e bebe e fica falando só dos problemas, ai quando arrumam alguém para ter um relacionamento sério simplesmente some sem deixar rastro. Ai você (eu) fica se sentindo um estepe, só lembrando quando tem um problema para resolver. De pessoas assim eu quero distancia.

Deixo o beijo para quem comentar.(k)

domingo, 7 de novembro de 2010

Novembro

Quando criança ficava muito eufórico com a chegada de novembro, pois é o mês do meu aniversário..e sempre acontecia coisas boas nesse mês, eu ganhava muitos presentes e sempre era muito mimado. Mas algum tempo eu venho tentado fugir de novembro assim como eu fugia de agosto(o mês do desgosto, isso é fato) com 14 anos eu comecei a fugir de novembro . Em meu aniversario de 14 anos , minha irmã fez uma coisa nada legal comigo na frente de todos os meus amigos. Foi terrível! Queria um barraco para enfiar a minha cara! Desde então o mês de novembro tem sido um mês ruim. Ano passado eu fiz o meu aniversario em uma casa de praia que por sinal foi muito bom! Mas antes disso o mês de novembro estava sendo uma grande “merda!” Já esse ano estava começando bem, até hoje.. Vou pedir a DEUS que esse dia ruim só tenha sido hoje.